Um toque de David Finck

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Paulinho Albuquerque teve a oportunidade de trabalhar com muitos músicos internacionais e com alguns deles se entendeu muito bem, por terem temperamento e gostos parecidos. Um desses caras é o grande David Finck, um dos mais importantes contrabaixistas de jazz estabelecidos atualmente em Nova York.

David Finck mandou agora para o blog  uma das lembranças que ele guarda do Comendador:

 

Nós estávamos gravando um disco do Ivan Lins, num pequeno estúdio, no Rio. Era o CD A Doce Presença. Isso foi por volta de 1995…Numa das faixas eu tinha que tocar o contrabaixo com arco mas, num certo ponto da música, estava sempre perdendo um detalhe. Depois da quarta tentativa eu parei e disse pro Paulinho: “Paulo, lamento muito. Não sei o que está acontecendo, eu não estou pegando bem isso.” A resposta dele: “Bicho, não se preocupe, temos o estúdio reservado por três dias! Se até lá você não pegar, eu peço pro Peranzzetta fazer outro arranjo!” … Ele era um grande cara. E tinha um maravilhoso senso de humor.

Por falar em senso de humor, David Finck acaba de lançar um novo álbum no qual ele, além de tocar, também canta uma composição sua, que dá título ao disco (Low Standards). A faixa  é uma espécie de auto-retrato muito divertido, falando da sua condição de baixista…Paulinho Albuquerque ia gostar de ouvir isso.

Para saber mais sobre David Finck, visite o site: http://www.davidfinck.net/

 

 

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