A Gilda dos Trópicos

Bruno Veiga

Estávamos eu, Paulinho e mais um amigo na Cobal do Leblon num sábado, no final da manhã. Chopp, comida nordestina e muita conversa. Nosso amigo em comum estava se separando da mulher e trocávamos experiências sobre este momento com aqueles comentários típicos: mulher isso, mulher aquilo, mulher aquilo outro. Ah, as mulheres…
Até que nosso amigo tocou na questão central que lhe corroía o coração: como ele ia viver sem aquela mulher que tinha aquela parte do corpo cultuada pelos brasileiros tão grande e tão perfeita. Era uma verdadeira Gilda dos trópicos.
Realmente ele tinha toda a razão, ia ser difícil encontrar e amar outra igual. Sinceramente compungido com o drama do colega, Paulinho comenta:
– Realmente vai ser foda, fulano. A sicrana tem uma bunda sensacional, daquele tipo que caga em pé e não suja o tornozelo…
Riso geral…A fossa foi esquecida por algum tempo. E esse era o Paulinho, 0% de politicamente correto babaca, mas absolutamente ético na sua postura diante da vida e do trabalho.
Com Paulinho não tem chega de saudade.
É sempre com muita saudade.

Atendendo a pedidos, mais uma tentativa de caricatura do Comendador, desta vez com seus inseparáveis óculos pendurados no pescoço. (Reinaldo)

 

 

Anúncios

Uma resposta em “A Gilda dos Trópicos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s